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Escuteiros - Sorteio cabaz da Primavera |
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Tal como estava anunciado, realizou-se o sorteio do Cabaz da Primavera no dia 28 de Julho - Dia das Primeiras Promessas. Durante o almoço partilhado, disponibilizado pelos pais e familiares dos “primeiros escuteiros” do nosso Agrupamento n.º 9065 do Viso, procedeu-se à introdução dos ”canhotos” das cadernetas vendidas dentro dum saco. Tudo foi devidamente mexido á frente de todos.
Foi chamada a exploradora Iara, que por ser dia do seu aniversário, mereceu ser a escolhida para retirar do saco o n.º a quem caberia o prémio em jogo. E o cabaz coube ao n.º 1281. Fez-se o contacto telefónico com a titular do bilhete, D.ª Cidália Marques a quem foi dada a notícia. A feliz contemplada, que tinha adquirido dois bilhetes, disponibilizou-se para se deslocar às traseiras dos Seminário das Missões, onde estava a decorrer o convívio. De seguida iniciou-se o proclamado jogo escutista para pais e familiares dos escuteiros investidos que decorreu de forma ordeira e animada, onde se verificou que as brincadeiras que o escutismo proporciona, geram também adesão empenhada dos adultos. No final do jogo fez-se a entrega do cabaz à D.ª Cidália que agradeceu. Seguiu-se a Canção do Adeus cantada por todos em círculo e de braços entrelaçados, simbolizando a união que o escutismo pretende fazer cada vez mais forte entre todos. |
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ESCUTEIROSRealizaram-se ontem, domingo 27 de Junho de 2009, as primeiras promessas dos Escuteiros do Agrupamento do Viso. Eis algumas fotos: (Pode ver mais aqui) 
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«Quero, fica purificado» Tal como o agir, também o sofrimento [sob todas as suas formas] faz parte da existência humana. Este deriva, por um lado, da nossa finitude e, por outro, da súmula de erros que se acumularam ao longo da história e que ainda hoje não cessa de aumentar.
É preciso, obviamente, fazer tudo o que é possível para atenuar o sofrimento: impedir, na medida do possível, o sofrimento dos inocentes; amenizar as dores; ajudar a superar os sofrimentos psíquicos. Tudo isto são deveres, tanto de justiça como de amor, que se inserem nas exigências fundamentais da existência cristã e de todas as vidas verdadeiramente humanas. Na luta contra a dor física, conseguiram-se realizar grandes progressos; mas o sofrimento dos inocentes e também os sofrimentos psíquicos aumentaram no decurso destas últimas décadas. Sim, devemos fazer tudo para superar o sofrimento, mas eliminá-lo completamente do mundo não está nas nossas possibilidades humanas, simplesmente porque não podemos ultrapassar a nossa finitude e porque nenhum de nós é capaz de eliminar o poder do mal, do erro, que – como constatámos – é uma fonte contínua de sofrimento. Isto só Deus o poderia fazer: só um Deus que entra pessoalmente na História tornando-se homem e sofrendo nela. Nós sabemos que este Deus existe e que, por isso, este poder que «tira os pecados do mundo» (Jo 1,29) está presente no mundo. Pela fé na existência deste poder, surgiu na História a esperança da cura do mundo. Papa Bento XVI Encíclica «Spe Salvi», 36 (trad. © copyright Libreria Editrice Vaticana) |
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